Steam quebra seu próprio recorde: US$ 11,1 bilhões no S1 2026

Jogos de vídeo Jul 17, 2026Adicionar aos favoritos

Steam quebra seu próprio recorde: US$ 11,1 bilhões no S1 2026

De acordo com uma estimativa divulgada pelo Notebookcheck, a Steam teria gerado 11,1 bilhões de dólares em receita bruta nos primeiros seis meses de 2026 — um semestre recorde na história da plataforma da Valve.

O número nos fez levantar a cabeça: 11,1 bilhões de dólares de receita bruta para a Steam apenas no primeiro semestre de 2026. É o que relata o Notebookcheck, com base em estimativas de terceiros, qualificando-o como o melhor semestre já registrado pela plataforma da Valve.

O que diz o número

11,1 bilhões de dólares brutos — ou seja, antes do repasse aos editores e desenvolvedores. A comissão padrão da Steam é de 30% (degressiva após certos patamares de vendas: 25% após 10 milhões de dólares, 20% após 50 milhões de dólares). Aplicando grosseiramente a divisão, isso deixa à Valve entre 2,5 e 3,3 bilhões de dólares de receita líquida em seis meses — sobre uma empresa privada que não publica suas contas.

Para contextualizar:

  • 2024, ano completo: a Steam já era estimada em mais de 15 bilhões de dólares de faturamento anual.
  • Um semestre a 11,1 bilhões de dólares projeta uma trajetória anual bem acima dos 20 bilhões de dólares.
  • Concorrentes: a Epic Games Store, apesar de seus giveaways e sua comissão de 12%, continua muito atrás — menos de 1 bilhão de dólares de gastos anuais segundo os últimos números da Epic.

Por que isso continua subindo

O ecossistema PC está em plena forma há dois anos:

  • O sucesso do Steam Deck ancorou a Steam como plataforma híbrida PC/portátil.
  • Os sucessos inflam o ticket médio (o catálogo de Baldur's Gate 3, Helldivers 2, Palworld, Path of Exile 2, e mais recentemente o retorno em força dos free-to-play chineses que monetizam bem).
  • Os indies continuam encontrando nela a melhor vitrine.
  • A long tail do catálogo: a Steam vende jogos com 10, 15, 20 anos de idade, em promoções regulares.

O contraponto

Cuidado para não superinterpretar:

  • São estimativas, não números oficiais da Valve.
  • O bruto não é o líquido: os desenvolvedores recebem 70%.
  • Uma parte crescente vem das microtransações e cosméticos, especialmente em Counter-Strike 2 e Dota 2. A saúde do catálogo difere conforme se olha para os lançamentos ou para a renda com cosméticos.

Para quem é um sinal

Para Microsoft e Sony, é um lembrete: a plataforma PC dominante não é a delas. Para os desenvolvedores indies, é a confirmação de que é preciso estar na Steam. Para os jogadores, também é um motivo para ficarem atentos — quando um ator pesa tanto, a questão da concorrência e das regras da plataforma (devoluções, moderação, VAC) ganha peso especial.

Para lembrar

Nota a quente: 8/10 para o sinal — a Valve mantém uma vantagem colossal sem gastar um centavo em comunicação de massa. Aguardaremos números consolidados no fim do ano, mas a tendência é clara: o gaming no PC não “morre”, ao contrário do que se ouve há vinte anos.

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Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.

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Ren AmasawaGaming writer
Gamer forever, bites the pixel between PC, Switch and retro.
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