Jogos de vídeo Jul 17, 2026Adicionar aos favoritos

Uma estimativa divulgada pela Notebookcheck calcula a diferença de rentabilidade entre vendas digitais e físicas para a Sony. Isso pode lançar uma nova luz sobre o desaparecimento programado dos discos.
Sony ganha significativamente mais dinheiro com um jogo vendido em formato digital do que com o mesmo jogo vendido em caixa. Não é novidade — mas uma estimativa divulgada pelo Notebookcheck coloca números na diferença e, ao ser cruzada com a questão do preço físico dos jogos PS5, esclarece uma mudança industrial em curso.
Quando um jogador compra uma caixa de jogo PS5, a cadeia de valor é a seguinte:
Quando o mesmo jogo é comprado na PlayStation Store, a Sony é a loja. Ela fica com 30% de comissão sobre a venda, sem passar por intermediários, sem custos de produção física, sem logística.
Segundo o Notebookcheck, a diferença é significativa — o artigo menciona ordens de grandeza que mostram que o formato digital gera muito mais receitas líquidas para a Sony por unidade vendida.
Um sinal paralelo relatado pelo mesmo meio: os jogos físicos da PS5 custam até 50 € a menos do que os equivalentes digitais, dependendo do país, mas o monopólio da PlayStation Store limita a capacidade dos jogadores de aproveitar essas diferenças.
Essas duas informações desenham um movimento de fundo:
Para os jogadores: aproveitem o físico enquanto ele existir, especialmente nos jogos da Ubisoft, EA, 2K, que são regularmente vendidos em caixa com descontos enquanto permanecem caros no digital.
Para os estúdios: a Sony continuará a impulsionar o direct-download, o que desloca a relação comercial para a plataforma e enfraquece a revenda de usados.
Para as lojas físicas: a contagem regressiva começou.
Observação a quente: 7/10 pela clareza do sinal. Não é uma novidade, mas uma quantificação do que já sabíamos de forma qualitativa. Ela torna concreto por que a PS6 poderia muito bem ser a primeira console PlayStation a não incluir um leitor de disco como padrão.
Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.