Pass Game, a confissão de fracasso: quando o diretor de Forza Horizon 5 fala em "faceplant"

Jogos de vídeo Jul 21, 2026Adicionar aos favoritos

Pass Game, a confissão de fracasso: quando o diretor de Forza Horizon 5 fala em "faceplant"

Entrevistado pela Rock Paper Shotgun, o diretor de Forza Horizon 5 considera que « o conceito do Game Pass era bom », mas admite que a sua falência económica contribui para as vagas de despedimentos que assolam a Microsoft Gaming.

O que foi dito

Em uma entrevista concedida à Rock Paper Shotgun, Mike Brown, diretor criativo histórico de Forza Horizon 5 (que saiu da Playground Games em 2023, agora na desenvolvedora Clutch), volta a falar sobre o Game Pass com uma frase que viralizou no meio: « The concept was good » — mas ele logo em seguida menciona seu « faceplant » comercial, ligando-o explicitamente às demissões em massa que atingiram os estúdios sob a Microsoft nos últimos anos.

O que está por trás

A análise se divide em três pontos:

  1. A ideia era atraente — um Netflix dos games, com catálogo AAA no dia do lançamento, assinatura mensal, para atrair um público que fugia dos preços cheios.
  2. A economia não fecha — um jogador que paga R$ 15 para jogar três meses um título desenvolvido ao longo de cinco anos não financia a sequência. Os estúdios internos entregam jogos que, na cabeça do cliente, valem zero.
  3. A correção vem em outro lugar — para compensar, as equipes que constroem esses jogos de catálogo são as primeiras a sofrer quando as metas financeiras não são atingidas.

O que pensamos

O depoimento tem ainda mais peso por vir de um ex-funcionário da Playground Games, estúdio que justamente está entre os principais fornecedores do Game Pass — Forza Horizon 5 é um dos jogos mais baixados da história do serviço, e Mike Brown foi um de seus arquitetos criativos até sua saída em 2023. Quando são aqueles que carregaram a vitrine que levantam a voz, a análise deixa de ser polêmica: é um diagnóstico interno.

Para nós, isso confirma o que o mercado indie já dizia desde 2023: um modelo que deprecia o valor percebido de um jogo de 80 horas ao de um episódio de série, sem compensar com uma escala grande o suficiente, quebra a mecânica. A Sony nunca entrou de cabeça nisso por esse motivo. A Nintendo ainda não o faz.

Para lembrar

  • Mike Brown, ex-diretor criativo de Forza Horizon 5 (Playground Games até 2023, agora na Clutch), reconhece publicamente o « faceplant » do modelo Game Pass.
  • A ligação é feita explicitamente com as ondas de demissões no setor Xbox.
  • Sinal forte: a crítica vem de um arquiteto de um dos jogos-ícone do serviço, não de um concorrente.

Nota: 7/10 pela honestidade do depoimento. Para guardar em uma linha: a assinatura infinita não tornou os jogos gratuitos, tornou as equipes substituíveis. Para quem: jogadores que acompanham a economia dos games, desenvolvedores indies, qualquer observador do modelo SaaS aplicado ao entretenimento.

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Artigo produzido por inteligência artificial, revisto sob controlo editorial humano.

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Ren AmasawaGaming writer
Gamer forever, bites the pixel between PC, Switch and retro.
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